Monthly Archives:novembro 2017

Gigante chinesa CCCC quer comprar participação na Malha Sul

29 nov , 2017

Depois de adquirir a Concremat Engenharia e o projeto portuário de São Luís, no Maranhão, a gigante chinesa CCCC mira o setor ferroviário

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Governo do Estado apresenta projeto de nova ferrovia

nov , 2017

O Governo do Paraná oficializou nesta terça-feira (28) a disposição em construir uma ferrovia ligando Paranaguá a Dourados, no Mato Grosso do Sul, ao lançar um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a execução projeto. O trecho tem cerca de 1.000 quilômetros de extensão e um custo de construção estimado de R$ 10 bilhões.

O projeto da nova linha foi apresentado a investidores pelo governador Beto Richa, em evento realizado na capital paulista e que contou com a presença dos governadores Geraldo Alckmin, de São Paulo, e Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul.

Richa explicou que o objetivo da linha é facilitar o escoamento da produção agrícola do Oeste paranaense e do Centro-Oeste brasileiro pelo Porto de Paranaguá. “O porto está capacitado, adequado e modernizado”, disse Richa. “Agora vamos investir no modal ferroviário, que é muito mais econômico e mais adequado para o transporte de grãos”.

Com a publicação da PMI, o Estado quer estimular a participação de empresas privadas no processo. Na primeira fase, elas deverão realizar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental da ferrovia. A partir da conclusão destes trabalhos o governo deve abrir uma licitação para a construção e concessão da linha.

A obra da nova ferrovia está dividida em dois trechos. O primeiro tem 400 quilômetros e liga Guarapuava ao Litoral do Paraná. O segundo vai de Guarapuava até Dourados (MS), passando por Guaíra, com a construção de mais 350 quilômetros de trilhos.

COMPETITIVIDADE – Para o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, a publicação da PMI representa um passo importante para o andamento do projeto que, segundo ele, terá grande impacto na competitividade dos dois estados.

“Com essa modelagem ferroviária abre-se uma expectativa enorme para agronegócio”, afirmou Azambuja. “Fazendo este modal, integramos uma região altamente produtiva”, ressaltou. “Essa é uma agenda de competitividade, para reduzir custos, atrair investimentos”, considerou o governador paulista, Geraldo Alckmin.

O secretário estadual da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que a ferrovia reduz custos logísticos e agiliza o transporte da lavoura até o porto. Ele explicou que, hoje, apenas 20% da mercadoria que chega ao Porto de Paranaguá é transportada por via férrea.

Segundo o diretor-presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin, o projeto de concessão da nova estrada de ferro ficará 100% na mão do Governo do Paraná. “O porto vem se modernizando, é referência para o Brasil, mas acaba sendo travado pela ineficiência histórica da ferrovia. É isso que o Paraná quer corrigir, para que garantir competitividade ao setor agronegócio”, disse ele.

“Durante 7 anos cumprimos uma política estabelecida pelo Governo do Estado e reconstruímos o Porto de Paranaguá. O projeto que foi lançado hoje é fundamental. Tem sinergia com o porto, com o produtor e com a economia do Paraná”, afirmou o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Fonte – Governo do Estado do Paraná/Revista Ferroviária

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Brasil 2035 – Cenários para o desenvolvimento

22 nov , 2017

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Estudo do Transporte Rodoviário de Carga CNI

nov , 2017

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ANTT abre Audiência Pública 015/2017

21 nov , 2017

A ANTT submete à Audiência Pública a proposta de Revisão da Resolução ANTT nº 3.696, de 14 de julho de 2011, tema integrante da Agenda Regulatória ANTT 2017/2018, Eixo temático 4.

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Rumo entra na justiça para reequilibrar contrato da Malha Sul e não quer pagar outorga

16 nov , 2017

A Rumo entrou com ação judicial pedindo reequilíbrio de seu contrato da Malha Sul, trecho de 7,2 mil quilômetros de ferrovias que vai de São Paulo ao Rio Grande do Sul

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‘Temos de passar as ferrovias a limpo’, diz ANTT

8 nov , 2017

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Luiz Macedo Bastos, disse que chegou o momento de “passar as ferrovias a limpo”

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ANTT abre Audiência Pública nº 014/2017

nov , 2017

A ANTT abriu Audiência Pública com o objetivo de colher subsídios, com vistas ao aprimoramento da Minuta de Edital e dos Estudos Técnicos que se prestarão a disciplinar as condições em que se dará a concessão de ferrovia greenfield compreendida entre os municípios de Sinop/MT e Itaituba/PA, projeto integrante do Programa de Parcerias de Investimentos do Governo Federal.

Informações em http://www.antt.gov.br/participacao_social/audiencias/0142017.html

Fonte: ANTT

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BNDES vai alongar prazo de reembolso

7 nov , 2017

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai alongar o prazo de reembolso para empresas que financiam projetos de concessão de infraestrutura junto à instituição. A diretoria do BNDES aprovou, semana passada, uma nova regra de reembolso que vai valer para os leilões de energia previstos para dezembro, disse ao Valor a diretora de infraestrutura do banco, Marilene Ramos.

A partir de janeiro de 2018, esses novos critérios de reembolso deverão valer também para outros contratos de concessão na área de infraestrutura financiados pelo BNDES. “É uma mudança sobre a qual estamos em fase final de discussão”, disse Marilene.

Hoje, o reembolso feito pelo BNDES a projetos de infraestrutura se limita aos seis meses anteriores ao pedido de enquadramento do projeto no banco. Significa que nem todas as despesas de investimento realizadas a partir da assinatura do contrato de concessão podem ser incluídas no financiamento de longo prazo concedido pelo banco.

Muitos dos gastos iniciais, feitos antes do enquadramento, podem ficar de fora da parcela a ser financiada pelo BNDES. Nessa lista, há itens como despesas com projeto executivo, licenciamento ambiental e desapropriações, entre outros. Somente são incluídas no empréstimo de longo prazo as despesas realizadas seis meses antes do enquadramento do projeto no banco.

Se, por exemplo, a empresa assinou um contrato de concessão há um ano e seis meses, mas só teve o projeto enquadrado no banco faz um semestre, os gastos realizados no primeiro ano do projeto não podem ser reembolsados. “Isso faz com que as empresas queiram entrar aqui [no BNDES] o mais rápido possível com os projetos para poderem ser reembolsadas”, disse Marilene.

O resultado dessa situação é que muitas vezes os projetos são apresentados ao banco sem estarem maduros, o que torna os períodos de análise e de aprovação mais longos. Em alguns casos, o prazo de análise de um projeto pode chegar a 700 dias, disse a diretora. Com as mudanças, o BNDES vai permitir que os investimentos possam ser reembolsados desde o momento da assinatura do contrato de concessão.

“Com isso queremos evitar que as empresas corram para enquadrar o projeto”, disse Marilene. Ela disse que a garantia de que haverá desembolso pelo BNDES para o projeto, desde que os itens sejam financiáveis, dará maior tranquilidade à empresa para fazer o investimento. E afirmou que caberá ao empreendedor buscar outras fontes de recursos de curto prazo, seja capital próprio ou financiamentos, com outras instituições financeiras.

Com as mudanças nas políticas operacionais feitas ainda na gestão da ex-presidente Maria Silvia Bastos Marques, o BNDES deixou de conceder os chamados empréstimos-ponte [de curto prazo], passando a se concentrar somente nos financiamentos de longo prazo.

“O empréstimo-ponte era um facilitador para a empresa começar o projeto, mas se verificaram tantos problemas depois, pelo fato de o banco dar financiamento sem que o projeto tivesse sido minimamente analisado, que foi tomada a decisão de não fazer mais o ponte”, disse Marilene.

Com a mudança, o BNDES espera que os projetos cheguem mais maduros e o banco possa dar uma resposta mais rápida na análise e na aprovação dos empreendimentos. Em 2017, o setor de energia está puxando a demanda na área de infraestrutura do BNDES. A previsão é que os desembolsos para o segmento atinjam R$ 13,3 bilhões este ano, alta de quase 50% sobre os R$ 9,2 bilhões do ano passado. Já os desembolsos do banco para a área de logística e transporte devem ficar próximos dos registrados em 2016, da ordem de R$ 8 bilhões, disse Marilene.

Segundo a diretora, o BNDES está em fase de análise de pedidos de financiamento para duas rodovias paulistas licitadas em 2017 e também para os quatro aeroportos licitados em março deste ano (Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre).

Fonte – Valor Econômico

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